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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O estranho mundo de Jack


"O estranho mundo de Jack”, 1993, é uma animação que a primeira vista é um pouco sombria. Dirigido por Henry Selick e produzido e co-escrito por Tim Burton, o filme traz a história de Jack Skellington, ”O rei das abóboras”.  Morador da “Cidade do Halloween”, onde vivem criaturas como bruxas, vampiros e fantasmas, Jack é o centro do Dia das Bruxas, a festa que acontece anualmente no lugar. Porém o esqueleto está cansado da rotina, e deseja alguma coisa diferente para ocupar seu tempo. Assim, em uma noite após a festa, Jack sai andando pela floresta tristonho, e encontra uma árvore com um símbolo de Natal. Ao entrar nela, ele chega a um mundo diferente do dele, cheio de luzes, felicidade e paz. Era a “Cidade do Natal”.

Jack volta para casa e tenta explicar aos habitantes da cidade o que seria o Natal, porém nem ele mesmo consegue definir o que seja, mesmo assim, ele toma o Natal para si e depois de ler livros sobre a festa e fazer experiências loucas resolve mandar três crianças malvadas sequestrar Papai Noel, ou para ele “Papai Cruel”. As crianças acabam mandando o Bom Velhinho para o covil do Bicho Papão, que adora brincar de joguinhos com suas presas. Além disso, acaba tomando o lugar do Bom Velhinho. E agora, quem vai salvar o Natal?

Ao estilo de Tim Burton, bem fantasioso e sombrio como “Alice no país das maravilhas” ou “Edward mãos de tesoura” o filme foi feito utilizando-se stop - motion, uma técnica de animação que consiste em fotografar quadro a quadro, e depois montar para dar a impressão de movimento. A maioria das vezes é usada massinha para fazer a história. No caso deste filme foi utilizado, por exemplo, cerca 227 bonecos, com Jack possuindo cerca de 400 cabeças, uma para cada expressão. Com muita música e humor, o filme é uma boa opção para toda a família.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Crítica de Filme - Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas

 

Will é um jornalista que não fala com seu pai a três anos. O motivo é que o pai de Will, Edward Bloon, nunca lhe contou a verdade sobre sua vida. Pelo menos é assim que o jornalista pensa. Durante toda vida Edward contou inúmeras historias excêntricas sobre sua caminhada para as pessoas ao redor, mas seu filho estava farto disso e resolveu se afastar. Agora, quando Edward está quase morrendo, seu filho vai visitá-lo junto com sua mulher e ao mesmo tempo que tenta desvendar a vida de seu pai, relembra das historias contadas pelo mesmo. 

As histórias contadas por Edward Bloon vão desde o seu nascimento ate a visão de sua morte pelo olho de vidro de uma bruxa. Sem esquecer é claro do dia do nascimento do seu filho e o envolvimento com o peixe grande e aliança de casamento e o aparecimento de circos, amor a primeira vista, gigantes e homens- lobo, etc. Edward gostava de contar suas historias e dar vida a elas, pois achava que eram na realidade muito sem graça e sem cor. Já Will achava que seu pai tinha outra família, que traia sua mãe e por isso não relevava nada verdadeiro. Os dois não conseguem conversar e o jornalista começa a investigar o passado do seu pai por conta própria, o que o fará compreender um pouco a vida de seu pai.

O diretor Tim Burton mais uma vez dirige um filme emocionante,  fantasioso e completamente fofo. "Peixe Grande e suas histórias maravilhosas” é incrivelmente belo, com personagens interessantes e um enredo maravilhoso. Levando em consideração as historias de Edward percebemos que o homem vivia nessa fantasia, mas a maior parte de suas narrativas eram verdadeira, com metáforas e simbolismos envolvidos. Todos nós queremos uma vida cheia de fantasia, com aventuras e desafios e Edward inseriu isso em sua vida sem remorso ou medo.

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